Uma vez estagiário, sempre estagiário.

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Choque Cultural. O Problema Que Poucos Conhecem!

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Quantos de vocês estudam a possibilidade de sair do Brasil e seguir suas vidas em outro país?

Muitas vezes passamos algumas semanas em um determinado país com culturas diferentes e ficamos vislumbrados com a diferença do dia a dia das pessoas. Diversas vezes acreditamos que aquele lugar realmente é a sua casa, e que você nasceu no país errado. Dai voltamos para casa, pesquisamos tudo o que precisamos para viver naquele país, chegamos lá e vemos que tudo aquilo era uma ilusão e que realmente as coisas não são tão lindas e belas como pareciam.

Por que isso ocorre? Por que quando ficamos algumas semanas em um país é muito agradável e às vezes, quando passamos uma temporada maior a realidade não é a mesma? A resposta está no choque cultural e suas fases.

De acordo com algumas definições, o choque cultural pode ser descrito como,
Choque Cultural é um estado de isolamento social, ansiedade e depressão que acontece devido à dificuldade da pessoa em se adaptar à uma nova e diferente realidade cultural que ocorre quando muda para uma outra cultura que não a sua, ou quando fica muito tempo fora de sua cultura original e volta à ela. - psiqweb.
 Choque cultural é a sensação de estranhamento em relação a uma cultura diferente da nossa . Esse estranhamento acontece porque normalmente na outra cultura os valores, formas de pensar e agir, o clima , as hábitos alimentares, a língua falada e outros fatores  são  diferentes do que estamos acostumados no nosso país - speedsystem.
Com relação as fases do choque cultural, temos algumas divergências... Algumas referências dizem ser três, outras quatro, e ainda tem as que julgam correto dividi-las em cinco. Falarei das cinco fases, como dito na referência.

As cinco fases são:
  1. Euforia
  2. Irritabilidade
  3. Integração Inicial
  4. Integração Completa
  5. Choque Cultural Reverso
Primeira Fase: A Euforia

Esta fase é onde muitos ficam quando vão visitar algum país. A fase da euforia é a fase dos visitantes. É nesta fase que tudo é novo, excitante e eufórico. As pessoas ficam encantadas com o jeito diferente de se vestir, da comida, e dos costumes. Tiram foto de tudo, das árvores, das casas, do céu azul, das pessoas, do ambiente, enfim... Como tudo é novo, tudo é excitante, até mesmo andar de transporte público no outro país chega a ser divertido.

Nesta fase, não enxergamos as coisas ruins do país, muitas vezes porque estamos em locais onde não temos contato com a parte ruim, como por exemplo os estrangeiros que vão para o Rio de Janeiro e acham o lugar incrível. Acreditam que a cidade só tem coisa boa, visto que não chegam a conhecer o lado ruim do local. Esta fase dura enquanto durar as descobertas, algumas vezes pode durar dias, outras até mesmo meses.

Segunda Fase: Irritabilidade

Nesta fase é onde ocorre realmente o choque de cultura, onde nos deparamos com a real realidade (desculpe o pleonasmo) do país e não aquela que formamos em nossa cabeça. Aqui é onde vemos que não fazemos parte daquela cultura. É aqui que começamos a perceber a dificuldade de se expressar, de fazer coisas cotidianas que fazíamos em casa, como lavar a roupa ou ainda apenas pedir uma informação de onde fica determinado local.

É aqui que as coisas começam a perder o brilho. Aquela árvore que você fotografou colorida agora te irrita. As roupas das pessoas te irrita, o sotaque lhe da aversão, o dia a dia lhe causa náusea e quando você liga para seus conterrâneos no Brasil, eles estão fazendo churrasco, em um calor de 30 graus, na piscina daquela chácara que você costumava ir, e você no frio de 15 graus negativos, enclausurado em casa, sem ninguém para conversar porque o povo não é cordial como os brasileiros.

A saudade aperta, e você só quer voltar para casa. Este mal estar depende de quanto foi sua frustração, as vezes esta fase pode durar algumas semanas outras diversos meses. Só para constar, é nesta fase que me encontro atualmente.

Terceira Fase: Integração Inicial

Depois que passou a fase de irritação, chega-se a fase de integração inicial. É onde a emoção se torna secundária e a racionalidade floresce. Aqui a pessoa começará a pensar nos prós e contras, começa a perceber que nada é tão bom mas ao mesmo tempo não é tão ruim. Ela entende que não há como comparar ambas as culturas, pois são diferentes em diversos aspectos, e que cada uma tem suas características.

Aqui a pessoa começa a se tornar indiferente com o seu dia a dia, e a euforia esvai-se juntamente com a depressão e a irritabilidade. Esta fase tende a ser mais igual para todas as pessoas, normalmente o período da mesma fica em torno de um a dois meses.

Quarta Fase: Integração Total

A pessoa passa de forasteiro para um integrante daquela cultura. Nesta fase, a pessoa se sente em casa. É lógico que existem divergências ainda na cultura da pessoa e a cultura do país, mas ela já se acostuma com isso. Nesta fase há a miscigenação de culturas, assim a pessoa nem percebe mais a diferença.

Esta fase dura enquanto o viajante ficar no país, ou seja, um dia ou a eternidade. Vale lembrar também que esta fase é na verdade amorfa, nós não a percebemos, a não ser após estarmos dentro dela.

Quinta Fase: Choque Cultural Reverso

Esta fase pode ser boa ou ruim, dependendo de que fase a pessoa estava no país estrangeiro. Se ela estava no meio da segunda fase, esta fase será prazerosa, onde reencontrará os amigos, fará festas porque voltou e nunca mais irá colocar os pés naquele país novamente. 

Caso a pessoa já esteja na terceira ou quarta fase, ela irá voltar para a segunda fase, onde irá comparar a sua cultura natal com a cultura do outro país, focando sempre nas coisas boas. Se o retorno for por pouco tempo, possivelmente a pessoa irá se sentir rejeitado agora pela sua antiga cultura. Terá que relembrar de muitas coisas e possivelmente demorará a mesma quantidade que as outras fases no outro país.

É isso senhores. Caso vocês viagem muito, cuidado ao pensar em morar em determinado país, muitas vezes vocês não enxergaram as outras fases, criando assim, um problema de adaptação sério. Um exemplo disso, é um vídeo engraçado sobre um argentino que vem morar aqui em Toronto, deixarei o vídeo aqui para vocês.


Uta!

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Meu método de estudo e trabalho. O gerenciamento de tempo.

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Nesta semana tive uma palestra sobre gerenciamento de tempo aqui na faculdade. Eles dão esta palestra para os alunos de outros países que vão entrar agora na universidade (como muitos são árabes e chineses que vão estudar do começo ao fim, eles partem do princípio que ninguém fez ou está fazendo um curso superior).

Pois bem, a palestra comentou sobre como temos que dividir a tarefa em nossos dias, alguns aplicativos para celular como o Google Calendar, e outras coisas mais. Disseram também que não podemos procastinar quando vamos fazer nossas obrigações, e que temos que focar nelas e terminá-las sempre no tempo proposto.

Gostaria de saber quantos de vocês leitores fazem isso? Das pessoas que eu conheço, apenas minha namorada tem a capacidade de sentar na frente do computador e só sair depois de terminado todos os seus afazeres, o resto, inclusive eu, não vejo ter este mesmo tipo de comportamento.

Por ser contra este método e não utilizá-lo, irei comentar mais sobre o meu método de gerenciamento de tempo tanto para estudo, quanto para trabalho.

Técnica Pomodoro

Para quem não conhece a técnica pomodoro, clique aqui.

Resumindo, a técnica consiste em, fazer pausas a cada 25 minutos de serviço focado, tempo este nomeado pela técnica de "um pomodoro". As etapas envolvidas neste processo são: Planejamento, Controle de Tempo, Gravação de Registros e Visualização. Esta técnica é muito boa para pessoas que sofrem de inquietação e problemas de atenção.

Então quer dizer que você utiliza está técnica? Sim e não. Utilizo a ideia principal, mas com algumas diferenças...

Técnica do Estagiário

A técnica é simples e recomendo-a para você que tem uma tarefa chata, ou que sofre de problemas de inquietação e atenção assim como eu.

Primeiro de tudo, divida tudo o que você tem que fazer em pequenas tarefas.

Por exemplo, se você tem que fazer uma dissertação, divida ela em introdução, tópicos a serem comentados, conclusão, e revisão, se for algo relacionado a trabalho, divida em atividades pequenas que podem ser feitas de 15 a 20 minutos.

Os pontos que devem ser lembrados aqui são:
  • Tarefas mais rápidas podem ficar divididas
  • Tarefas que exigem mais atenção, se possível, não dividir
  • Tarefas que exigem atividade em grupo, não são divisíveis, mas todas as demais após esta atividade deve ser dividido.
Segundo, intercalar trabalho difícil com fácil, chato com interessante.

Quando você possui dois trabalhos para serem feitos, porém um é fácil e o outro é difícil ou os trabalhos são interessantes e chatos, intercale as tarefas dos dois trabalhos deixando sempre o oposto em seguida.

Terceiro, a cada fim de tarefa, descanse um tempo menor ou no máximo igual a aquele gasto na tarefa.

Se gastar 30 minutos para terminar algo, descanse no máximo 30 minutos, se gastou 5 horas, descanse 5 horas.

Quarto, sempre faça ao menos uma tarefa por dia.

Isso força você a estar sempre lembrando que há tarefa para fazer, e força-o também a sempre deixar em sua cabeça imersa naquele assunto.

Por que este método é eficaz... PRA MIM?

Tenho problemas de atenção e inquietação. Não consigo ler um livro sentado em uma mesa. Preciso me movimentar, andar pela casa, ou ainda fazer outras coisas enquanto leio. Muitas pessoas tentam mudar este comportamento criando métodos de repreensão das atitudes que na minha opinião apenas só amarra nosso cérebro, deixando tudo mais chato, confuso e cansativo.

Porém, nem sempre temos como nos movimentar quando estamos fazendo alguma atividade. Por conta disso eu divido minhas obrigações em pequenas tarefas, assim, tudo fica mais fácil e menos chato. Outro ponto é que, nem sempre temos tempo para fazer as tarefas e descansar o tempo necessário, por isso que recomendo intercalarmos tarefas mais interessantes no meio das tarefas chatas, pois em alguns momentos por conta da atividade chata, você "descansará" fazendo aquilo que é mais divertido.

O fato de você sempre fazer uma atividade por dia, faz seu cérebro trabalhar, possibilitando-o de ter aquele momento de clareza ou epifania. Quando este momento vem, normalmente nos focamos tanto, que esquecemos de tudo e damos aquela adianta no trabalho, esquecendo até mesmo do momento de descanso.

Sei que possuo uma mente criativa, e por conta disso não gosto de me amarrar em determinados assuntos por muito tempo, porque a criatividade se esvai após trinta minutos. Como não quero perder esta característica, tento fazer de tudo para conviver com ela.

É isso pessoal. Espero que possa ajudar alguém que possui problemas de gerenciamento de tempo ou quem ainda não encontrou um método de trabalho ou estudo que seja de seu perfil.

Uta!

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

O preço de tudo e o contra argumento do livre mercado

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Estava assistindo algumas palestras no TED Talks e encontrei esta, que vai de encontro a alguns preceitos do livre mercado, mesmo que este não seja o tema principal da mesma.

O palestrante, o senhor Michael Sandel, mostra o porque não deveríamos confiar nossa vida cívica aos mercados. De maneira geral, Sandel comenta sobre como em determinadas circunstancias o mercado tenta colocar preço naquilo que na verdade não há, e como isso tende a criar um preço nas coisas que não possuem valor monetário. Sandel utiliza como argumentos cinco casos, dois relacionados a educação e três relacionados a outros temas.

Alguns dos temas são as filas fast track dos parques de diversão, onde você paga um determinado valor para furar fila. Outro tema comentado por ele são as pessoas que são pagas para ficarem nas filas para depois cederem os lugares para os pagantes, podemos colocar aqui também os cambistas. Outro ponto comentado rapidamente é sobre celas privativas em algumas prisões nos Estados Unidos, onde o preso pode alugá-la por oitenta dólares o dia para ter mais comodidade.

Os comentários feitos na área da educação é sobre, dar aos alunos recompensas em dinheiro por boas notas e por lerem livros, neste último caso, paga-se dois dólares para cada livro lido. O primeiro experimento mostrou-se bem heterogêneo, já no segundo foi possível verificar um aumento na quantidade de livros lidos pelas crianças, porém houve um decréscimo na quantidade de leituras de livros com quantidade de páginas maiores.

Mas o que Sandel quer demonstrar com isso? Que estamos transformando o mercado, que é uma ferramenta, em um modelo social em nossas vidas, onde existe um preço para tudo, podendo criar assim uma mudança de comportamento negativa na vida das pessoas.

Para quem não sabe, os seres humanos possuem dois tipos de comportamentos, os instintivos e os aprendidos. Os comportamentos aprendidos são divididos em três tipos básicos: por imprinting, por conhecimento e por associação. O principal tipo utilizado por nós e o por associação, um exemplo claro disso é a nossa fala e escrita, pois associamos determinadas coisas da realidade a um punhado de letras ou sons.

Mas o que isso tem haver com o tema? Ao darmos aos alunos prêmios em dinheiro para que eles possam ler, estamos na verdade criando um aprendizado por associação, ou seja, a criança associa a leitura com o ganho de dinheiro. Mas o que há de problema com isso? Simples, o que acontece quando retiramos o prêmio? A criança tende a parar de ler, pois ela não tem mais o que associar a leitura. Isso por sua vez, além de criar um hábito errado, cria também um método de extermínio da leitura por prazer.

Na minha opinião, Sandel está correto quando fala dos malefícios da transformação do mercado em uma sociedade ao invés de ser uma ferramenta. É de se esperar que isso ocorra quando temos um livre mercado, pois para esta ideologia, a base principal está no mercado, no valor e nos preços das coisas. Sendo assim, acredito que, a troca mercadológica não muda o valor de bens materiais, porém isso não se aplica quando falamos de bens não-materiais e práticas sociais. Então, temos que tomar cuidado quando implantamos o livre mercado. Temos que guiá-lo de maneira correta, assim como no capitalismo desumano, onde os trabalhadores eram explorados até a última gota de suor e sangue.

E vocês, o que acham sobre o tema?




Uta!

domingo, 2 de novembro de 2014

O Feminismo e a Igualdade de Gênero

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Antes de mais nada, gostaria de dizer que está postagem pode ser ácida para os militantes do feminismo. Saliento também que esta postagem tem como intuito ir de encontro ao senso comum e fazer com que as pessoas pensem a respeito sobre o tema.

Primeiramente, antes de iniciar a postagem, é de grande importância que os links abaixo sejam lidos para que seja possível entender boa parte dos argumentos utilizados.



De cara gostaria de dizer que, na minha opinião o atual movimento feminista não é um movimento na qual tenta trazer a igualdade entre os gêneros, mas tem como principal motivador a superioridade das mulheres sobre os homens.

Há uma grande diferença entre o movimento feminista do passado e o atual, que é a extensão de direitos buscada no passado contra a criação de direitos exclusivos às mulheres, incentivada atualmente. Poderia comentar muito mais sobre esta diferença em todos os movimentos sociais, mas irei me ater somente ao movimento feminista.

No passado as mulheres, munidas das ideologias da Revolução Francesa de Igualdade, Liberdade e Fraternidade criaram um movimento que desejava estender os direitos, antes somente dedicados ao homens, para as mulheres. Direitos como voto, divórcio e igualdade de salário foram conquistados através do sexo feminino no passado. Agradeço e muito a mulheres que lutaram por um mundo mais igual.

Hoje, continuamos a ter o movimento feminista, que em dado momento na história, mudou sua fala de "igualdade" para "superioridade", não explicitamente falando, mas pode-se perceber nas entrelinhas. Um belo exemplo disso é quando o discurso passa de "devemos ser iguais aos homens" para "homens são machistas preconceituosos". Ora, existe uma grande diferença entre querer ter direitos iguais aos homens e dizer que os homens são inferiores as mulheres.

Por conta disso, repudio o movimento feminista da atualidade. Na minha concepção, o atual movimento é semelhante ao machismo, onde o conceito principal é sobreposição de um gênero em relação ao outro. Ambos são compostos por ignorantes e autoritários.

Então quer dizer que você acha que as mulheres devem ser inferiores aos homens? De maneira nenhuma! Acredito que ambos devem sim ter mesmas oportunidades de emprego, saúde, educação e envolvimento político, mas uma coisa é acreditar em oportunidades iguais e outra é acreditar que ambos sejam iguais.

Um belo jeito de mostrar a diferença entre oportunidade e igualdade é com relação ao emprego. Por exemplo, quando você tem duas vagas de emprego, uma para faxineira de uma casa e outra para pedreiro;  igualdade de oportunidade seria um homem poder se aplicar a vaga de faxineiro e a mulher se aplicar a vaga de pedreiro, igualdade de gênero, seria eu dizer que é obrigatório que 50% dos pedreiros e faxineiras sejam homens e 50% seja mulheres. É claro que mais homens serão chamados para trabalhar como pedreiro e mais mulheres serão chamadas para trabalhar como faxineira, mas as oportunidades são iguais, o fato de haver diferença na população de ambos os trabalhos é um exemplo de diferença entre gêneros.

Um outro exemplo de diferença entre homens e mulheres são os seus direitos e deveres. Homens são obrigados a fazer serviço militar, temos leis mais severas com relação a agressão às mulheres e não temos tantos direitos quando vemos o tempo de trabalho necessário para aposentar e regalias quando falamos de nascimento de filhos. Sou totalmente contra a igualdade destes direitos e deveres em relação a gênero, acredito que somente homens devam se alistar no exército obrigatoriamente (neste momento em que o contingente mínimo necessário não pode ser preenchido apenas por pessoas que gostariam de seguir carreira militar é necessário a obrigatoriedade, contudo caso esta realidade mude, não há motivo de haver obrigatoriedade. Outro ponto também que deve ser deixado claro é que, o fato das mulheres não serem obrigadas a se alistarem, não significa que elas não possam por livre e espontânea vontade seguir carreira, lembrem-se que as oportunidades devem ser iguais para todos), e concordo que mulheres devem ter mais direitos com relação a violência doméstica e a nascimento de crianças.

Retirado argumento sobre salários diferentes, pois após analisar com mais calma e com os comentários do Troll, percebi que não tinham fundamentos e que o modo de pensar estava errado.

Quando falamos em Brasil, um país muito heterogêneo, podemos dizer que estamos tentando ter uma igualdade de oportunidades, mas está longe ainda de sermos um país exemplo. Nós evoluímos muito, colocando uma mulher na presidência (indiferente da politica, isso é um grande passo para a igualdade de oportunidades), aumentando a quantidade de mulheres na Câmara Federal, porém, ainda temos muitas ideias patriarcais e matriarcais que devemos deixar de lado, mas que está tão intrínseca na nossa cultura, que só o passar de algumas centenas de anos poderá retirar isso de nós.

Ademais, acredito que tanto homens quanto mulheres devem lutar para que todos tenhamos igualdade de oportunidades não somente de gênero, mas também de raça, cor, religião, opção sexual, etc.

Uta!

PS: Postagem editada nos pontos em que o texto encontra-se nesta cor