Uma vez estagiário, sempre estagiário.

domingo, 13 de abril de 2014

3 Características de portfólios de longo prazo

Escrito por with 36 comentários
Estava lendo esses dias alguns artigos em blogs americanos e encontrei alguns que mostravam informações sobre características de portfólios de longo prazo. Muitos deles tinham várias características mas três delas são unânimes em todos os artigos, por isso fiz uma compilação de todas elas e irei descrevê-las aqui embaixo.

1. Uma carteira de ações Buy & Hold é totalmente diversificada em classes de ativos, possui segurança contra crises não sistêmicas, tem limites de exposição a riscos, a ciclo econômico e a moeda

De acordo com os americanos, uma carteira no longo prazo deve ser bem diversificada de tudo quanto é maneira, não somente em ações, mas em fundos imobiliários, imóveis (diretamente), royalties, direitos autorais e tudo mais que for renda passiva e que não tenham correlação. Um exemplo aqui na terra do Tupiniquim seria investir em fundos imobiliários e em ações de construtoras. Apesar de uma construir e a outra alugar, uma crise no setor imobiliário iria causar a queda de ambos papéis criando assim um problema para o investidor, que terá os rendimentos diminuídos e não poderá aproveitar esta queda para investir o mais dinheiro.
O que os americanos deixam ciente é o seguinte, sua carteira deve aguentar uma queda como a da Grande Depressão. Para isso precisamos investir não somente em ações, mas também se possível em algum negócio como investidor (caso do nosso grande amigo Corey), além de imóveis, outros tipos de moeda e porque não em algum conteúdo de autoria própria, como livros por exemplo.
Uma boa diversificação lhe trará ótimos retornos em momentos de bonança e trará segurança em momentos de crises. Por exemplo, uma pessoa que tivesse um portfólio em ações que acompanhasse o índice Ibovespa e ao mesmo tempo exposto ao dólar, estaria protegidos de crises como as atuais, pois como a maior parte dos negócios feitos no Brasil são de players internacionais, quando o dinheiro sair do Brasil o dólar aumenta, o que faz com que você não tenha perdas muito grandes.

2. Uma carteira para longo prazo possui ativos que são menos oscilantes, ou seja, que não estão sujeitos a perturbações significativas do mercado.

Vamos imaginar duas empresas que representam este tipo de ativo e que são cotadas na bolsa de valores, a CRUZ3 e a ABEV3. Ambas possuem produtos que são consumidos pelo mundo inteiro. Se o ser humano fuma e bebe a mais de mil anos, com certeza irá beber e fumar daqui a cem anos, fazendo dessas duas empresas boas opções para termos em carteira. Indiferente do valor de suas cotações, elas possuem produtos com grande aceitação de mercado.
Basicamente existem dois grandes grupos onde empresas com estas características estão inseridas, bens de consumo corrente (como produtos de beleza e higiene pessoal) ou em marcas de bebidas, cigarros e alimentos embalados, pois sabemos que a humanidade sempre precisou e continuará precisando destes produtos.
Vale lembrar que, o fato da carteira ter empresas como essas não quer dizer que ela deva ter somente empresas com estas características, visto que a quantidade de ativos que se enquadram nestes dois grupos é muito limitado.

3. A carteira de investimentos a longo prazo deve ser comprada a preços racionais

Em 1920 muitos investidores compravam ações de empresas que estavam sendo cotados a 50 vezes o lucro, ou seja, estavam comprando ativos caros e que posteriormente caíram 90%. Outro momento foi em 2000 quando várias empresas de tecnologia da informação foram para as bolsas de valores e fizeram investidores comprarem papéis que estavam sendo cotados a 40 vezes o lucro por ação. 
É necessário avaliar o preço sim das cotas sim, pois existe diferença entre comprar ações com P/L de 5 e com P/L de 50.
Sou prova viva disso, pois comprei CRUZ3 quando estava com um P/L altíssimo e agora que está a um preço razoável, acumulo perdas de dois dígitos. O importante é que eu soube que errei e tomarei mais cuidado na próxima vez.

Em resumo, temos que sempre tentar encontrar boas maneira de se conseguir renda passiva, quando em renda variável, encontrar empresas boas e que estejam a um bom preço. Eu concordo e assino embaixo, e você ? Discorda de alguma das características ?

Uta!

36 comentários:

  1. Também anda frequentando a blogosfera americana safadinho ?!!?!?! risos

    BETO FISCAL

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    1. Olá Beto,

      Com certeza, a literatura econômica e financeira americana é muito, mas muito mais avançada do que a brasileira. É lógico que existem coisas que não podemos implementar aqui no Brasil devido a bolsa de valores ser diferente, mas existem coisas básicas que seja aqui, ou em Vladvostoki você pode aplicar que dá certo :)

      Uta!

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  2. Repare que a estratégia dos gringos e bem diferente do que algumas pessoas andam pregando por ai. Pessoas que acreditam que basta sair comprando ações todos os meses não importando a que preço elas estejam e sem analisar o cenário macroeconômico a qual estamos inseridos podem vir a ter surpresas desagradáveis.

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    1. Sandman,

      Concordo plenamente com você.
      Na minha opinião, você tem duas escolhas:
      1. Ou compra ações todos os meses de diferentes ativos, assim você pode fazer comparações entre preços e verificar qual está mais descontado, assim você conseguirá adquirir papéis a preços mais pé no chão.
      2. Comprar uma ação em momentos de euforia negativa no mercado, pois assim você poderá comprar em vários fundos, conseguindo adquirir novas ações a preços muito interessantes.
      Hoje, existem pessoas (eu era uma delas) que pregava que precisava comprar ativos todos os meses, o mesmo ativo, independente da cotação. A resposta ? Tá na minha carteira, BBAS3 e CRUZ3 a preços altíssimos. Sei que fiz besteira, e admito que estava errado. Acredito que esses erros são excelentes para fazer com que nós cresçamos :D

      Uta!

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    2. Estagiário,

      A estratégia de compra todos os meses está mais que provada que dá resultados. Acho que vc não andou passando na Bastter.com e vendo os simulados. Foi demonstrado em vídeo que não importa que período do mês vc compra, o resultado é insignificante.

      Dá uma passada no youtube e vejo o simulado para conferir.

      BETO FISCAL

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    3. Olá Beto,

      Eu já vi sim, mas ai eu lhe pergunto...
      Será que entre comprar um ativo mais barato em um determinado momento é mais rentável do que se comprar qualquer ativo em qualquer momento ? Essa resposta ainda não foi respondida por ninguém :)

      Uta!

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    4. Eu acho que aquilo é um exemplo que deu certo. Talvez, escolhido a dedo até para justificar o resultado. Tem que fazer uma simulação mais ampla.

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    5. Olá Trader,
      No caso, qual que você estaria falando ?
      A do Tetzner ou a minha ?

      Uta!

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    6. Ops... me refiro aquele video do Bastter que prova que não importa cotação no aporte mensal, o que importa é comprar. Eu quis dizer que eles pegaram um exemplo, acho que da VALE e mostraram que por A + B que não importa o preço na hora da compra... o negócio é comprar. Isso é meia verdade, visto que entre torrar a grana e investi-la, de fato, é melhor comprar algo mensalmente a qq custo... mas se o investidor puder buscar uma cotação melhor, porque comprar agora? Era isso.

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    7. TL,

      Acredito que para validar a tese do Bastter, nós teríamos que fazer essa técnica para alguns outros ativos, se for mostrado que não existe diferença, beleza...
      O problema é que muitas vezes as pessoas fazem escolhas a dedo para mostrar que uma técnica vale a pena e na verdade não vale. :)

      Uta!

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  3. Quanto ao item 1 concordo completamente quando mais diversificação melhor, quanto ao item 2 eu não acho que ter apenas essas categorias de empresas resolveria, acho que diversificação dentro de cada categoria de investimentos (empresas de crescimento, dividendos, blue chios, etc) ainda mais importante do que espalhar o dinheiro em vários tipos de investimentos diferentes (FIIs, Ações, moedas etc).

    Quanto ao item 3 estaria certo apenas em parte, se você for um grande investidor e vai comprar uma fatia considerável da empresa aí sim vale a pena analisar P/L agora quando se compra mensalmente e valores insignificantes, comparados a esses grandes investidores, não faz o menor sentido se preocupar com o preço atual, porque ele no longo prazo não vai fazer a menor diferença. O real problema é que o pequeno investidor acha que é grande e o que se fizer o que esses caras fazem vai dar tudo certo, acontece que nem tudo que eles fazem podem ser aplicado para nós. É preciso estudar antes e ver o que pode ser usado e o que não faz o menor sentido.

    Pra quem discorda antes dê uma lida em "Investimento em ações no longo prazo do Jeremy Seigel" ele explica isso em detalhes.

    Viverdedividendos.org

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    1. chios = chips kkkk maldito mac e sua correção automática

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    2. Olá VD,

      Sobre a segunda características, como havia comentado, não podemos ter apenas estes ativos, afinal, eles são seletos, ou seja, são em pouca quantidade. Investir somente nestes ativos levaria a falha da característica número um. Não devemos APENAS investir nestes ativos, mas estes papeis devem sim estar em noções portfólios :)

      Sobre o item três, aceito a sua opinião, mas não concordo, pois já senti na pele duas vezes que esta relação é ruim. Temos sim que analisar o que estamos comprando e a que preço está sendo vendido. Se você compra ações de boas empresas a qualquer preço, está cometendo o mesmo erro que os investidores cometeram na década de 1930, onde haviam empresas com P/L acima de 50.
      São preços surreais para se pagar em qualquer ativo. O fato de ser um pequeno investidor não quer dizer que eu tenho que comprar aquele ativo a qualquer preço, o único fato que tenho que aceitar que aquele ativo está sendo cotado a aquele preço e que com meu volume de transação não irei criar nenhum canal de alta ou baixa, eu posso muito bem comprar aquele ativo ou não, posso guardar para o próximo mês ou posso comprar um ativo diferente.

      O que estou tentando mostrar aqui é, o preço é uma das variáveis que eu acredito que deva ser levada em conta, eu não pago mais para ver adquirir um ativo a qualquer preço. Porém, aqueles que assim o fazem, devem ter uma coisa em mente, comprar sem analisar preço, pode ser vantajoso, mas em momentos de euforia positiva, estes mesmos preços começaram a ficar caro sem que tenha um respaldo fundamentalista por trás, e é nessas horas que pode se comprar ações a preços um pouco caro.
      :)
      Uta!

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    3. Eu conheço por experiência próprio diversos amigos que saíram da bolsa por tentar adivinhar topos e fundos isso é a maior ilusão que existe. Uma boa empresa no longo prazo nunca vai deixar decepcionar na cotação, agora no curto prazo tudo pode ocorrer, porque noticias e expectativas de mercado micro e macro influenciam muito as cotações.

      Lamento você ter mudado de ideia, como você mesmo disse no post antes você comprava mensalmente sem se preocupar com a cotação, até que chegou a levar prejuízo em dois ativos, mas será que o prejuízo foi porque o preço estava muito caro ou porque a empresa piorou ?

      Acho que você está interpretando errado o motivo do prejuízo, o P/L não teve papel fundamental nessa história, mas foi você analisou as empresas de forma errada ou o cenário da empresa mudou nesse meio tempo e você não conseguiu perceber, agora o P/L não tem nada a ver com isso mas sim os resultados da empresa que não vieram como o mercado esperava.

      P/L com outros indicadores pode servir de termômetro para o que o mercado espera da empresa no curto prazo

      escolher ou deixar de ter uma empresa pelo P/L não faz o menor sentido já que qualquer indicador isolado não quer dizer absolutamente nada.

      abraços e ótimo post

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    4. VD,

      Não mudei a minha estratégia de aportes mensais, elas ainda continuam, mas agora, ao invés de eu focar em uma empresa e comprar X ações dela nos próximos N meses, eu prefiro, analisar o P/L das empresas e encontrar aquela que tiver o P/L mais atrativo dado algumas definições. Fiz um estudo sobre o assunto em algumas postagens anteriores, acredito que você já tenha visto.

      Sobre a análise das empresas, foi muito simples. A CRUZ3 estava boa, e continuou boa nestes últimos resultados, BBAS3 teve seus percalços mas ainda continua boa. Se você for analisar ambas as empresas, verá que não tem nenhuma alteração negativa nos últimos resultados que faça o investidor sair dessas duas empresas, nos últimos anos. O que acontece é que, as compras foram feitas em momentos errados, ou em locais errados. Eu poderia ter investido por exemplo nos fundos imobiliários que o retorno seria positivo, afinal os preços dos ativos já estavam descontados.

      Não estou dizendo aqui que o aporte mensal em um ativo sem olhar a cotação é errado, muito pelo contrário, ele é bastante aceito por muitas pessoas. Contudo, essas pessoas devem sim levar em conta que, elas poderão comprar ativos em momentos inoportunos e possivelmente pagarão caro, como também em momentos bons poderão adquirir os ativos a preços bons. É um risco que o investidor deve correr.

      Eu prefiro ter um leque de ativos que eu vou comprar, analiso a variação do P/L em um tempo pertinente e depois adquiro aquele que tiver com o preço melhor. Sei que se eu fizer isso, possivelmente a carteira ficará um pouco desbalanceada, e que eu corro outros riscos. O principal não é falar se um ou outro estilo de compra está errado, mas sim qual está mais apto a ser aquele que você utilizará. :)

      Uta!

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    5. Show entendi.

      Se você encontrou uma estratégia que está dando certo pra você, legal então agora é só seguir ela enquanto durar os estoques kkkkk

      Valeu pelo debate.

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  4. Tem gente que fala que o item 3 pouco importa no longo prazo, você segue qual corrente? No longo prazo dizem que esta perda que vc tem hoje em CRUZ3 não tem importância.

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    1. Eu sinceramente não defendo nenhuma :)
      Para mim e para minha estratégia é melhor analisar o valor do ativo. Eu utilizo a relação preço pelo lucro, mas isso é pra mim e realmente funciona.
      Eu já fui de não olhar os preços e acabei dando uns murros em ponta de faca, por conta disso, e por não gostar dos resultados, decidi mudar minha estratégia que até agora está surtindo efeito :)
      Veja só, não condeno nenhum investidor que utilize aquela ou essa estratégia, pois acredito que aquilo que é bom para mim não é bom para você. Gosto de boas discussões que possuem fundamento, como por exemplo a discussão que se deu com o Dimarcinho sobre os "seguros" das ações, aquilo eu considero uma boa discussão, não a questão sobre "venda coberta" onde a discussão não era nada inteligente. Se você lê-se poderia verificar que a questão lá não era apontar fatos positivos ou negativos das estratégias, mas sim empurrar goela abaixo a estratégia do outro. :)

      Gosto da estratégia de análise de P/L, ela funciona para mim e consequentemente acredito que o item 3 está sim de acordo. E você Uó ? Qual a sua análise ?

      Uta!

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  5. Estagiário

    Sobre investidor no mesmo setor, eu diria que seria muito prudente que o investidor também não colocasse seu dinheiro na empresa que ele trabalha. Imagina se a Companhia sofre uma crise, ela atingirá esse empregado-investidor em duas perspectivas.

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    1. TL,

      Seria uma boa posição essa. A não ser logicamente que a empresa seja muito boa para investimentos, por exemplo, no caso da CRUZ3. Se você trabalha lá e tem como investir nela, ótimo, mas logicamente, teria um risco menor se assim não a investisse :)

      Uta!

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  6. Tem um cara acima aí, usando meu apelido, o verdadeiro Beto Fiscal sou eu, inclusive irei fazer meu blog em breve........

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    1. Bom, como ambos utilizam o modo anônimo, eu acredito que seria interessante ao verdadeiro Beto Fiscal, criar ao menos um perfil no blogger, assim poderemos saber quando é o verdadeiro Beto Fiscal :)

      Uta!

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  7. "Sou prova viva disso, pois comprei CRUZ3 quando estava com um P/L altíssimo e agora que está a um preço razoável, acumulo perdas de dois dígitos."

    Qual foi o período avaliado?

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    1. Entre final de 2012 e começo/meio de 2013 JD :)

      Uta!

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    2. Tu não considera essas perdas aceitáveis pra quem usa B&H e possui ações de empresas com lucros e crescimento consistente?

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    3. Então... as perdas são aceitáveis sim, por conta da boa empresa, o problema é que se eu tivesse invertido e comprado GETI3 quando comprei CRUZ3 e o inverso também, teria uma rentabilidade melhor do que agora. Veja só ambas as empresas são boas, mas se eu tivesse analisado o preço delas, poderia ter um rentabilidade melhor, ou quem sabe, até positiva :)

      Uta!

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    4. Seguindo esse raciocínio, tu não vai acabar aumentando teu risco? Uma vez que vai aumentar a participação em uma ação devido ao critério do preço que no mês seguinte pode acabar caindo mais que as outras?

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    5. Analisando somente isso sim,
      Mas agora, por exemplo, se eu estipular um valor ou porcentagem máxima para aquele determinado ativo, irei diminuir relativamente o risco.
      O risco que eu estou suscetível é o mesmo de quem utiliza a ideia de alocação de ativos. :)

      Uta!

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    6. Acho que o Bastter poderia fazer outro vídeo defendendo a tese de que o preço não importa, mas usando outras empresas como exemplo.

      Essa discussão é muito boa e quem tiver a cabeça aberta vai aprender muito.

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    7. Não diria só o Bastter, mas outros investidores e blogueiros também.
      Acho que o que mata nas análises é a parametrização.
      Eu faço com uma ação, ele faz com outra, e assim vai. Este é o problema.
      Mas, uma vez que tenha ativos definidos, a conversa é outra.

      Uta!

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  8. Legal o blog, parabéns.

    Tenho entre 40-50 anos e faz uns seis-oito anos que, posso assim dizer, deixei de ser um investidor alienado pelo gerente do banco e passei a me dedicar a observar e estudar o mercado.

    Pois bem, Venho observando algo que é bem pouco comentado: os investidores PF brasileiros, muito devido à influência de textos produzidos nos EUA, partem da premissa de que no longo prazo a RV oferece retorno superior à RF, embora com maior risco.

    Contudo, parece-me que a premissa, para o Brasil, é equivocada: é a RF que oferece melhores retornos, sem falar que a RV brasileira é mais volátil que a dos EUA.

    Há +ou- 8-24 meses atrás, quando o IBOV estava por volta dos 56-66k, salvo engano, li comparativos afirmando que nos últimos dez anos a RF tinha "performado" melhor que a RV.

    Imagino a situação agora, com o IBOV tendo caído e a SELIC decolado.
    E detalhe: com as NTN-B pode-se travar os juros, praticamente livre de risco.

    São os meus dois centavos.

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    1. Olá RND,

      Seja bem vindo.
      Sinceramente não posso falar para você que está certo ou errado porque nunca fiz essa comparação entre renda fixa e renda variável, contudo acredito que a realidade no Brasil com certeza é diferente da dos EUA.
      Você atualmente está investindo em alguma modalidade da RV ou somente na RF ?

      Uta!

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